terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mulher casa com namorado morto



Uma francesa se casou, no último sábado, com o namorado morto há um ano em um acidente de carro.
Em novembro de 2008, Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge moravam juntos havia seis anos e já tinham duas filhas quando deram entrada nos papéis e marcaram o casamento para janeiro deste ano.
Mas dois dias depois, Goerge sofreu um acidente fatal. Jaskiewicz, no entanto, fez uso de um artigo do código civil francês que permite o casamento com uma pessoa falecida se ela já havia oficialmente dado início ao processo formal para realizar a união.

CavaleteApesar da lei, o casamento póstumo é raro na França, com apenas dezenas de casos registrados por ano no país.
Mas para conseguir realizar a sua união com Goerge, Jaskiewicz teve de esperar o processo passar por várias instâncias, até chegar às mãos da Presidência, que a acabou autorizando, em setembro passado.
Durante a cerimônia no último sábado, realizada na Prefeitura do vilarejo de Dommary-Baroncourt, no leste da França, Jaskiewicz usou o vestido de noiva comprado há um ano.

A seu lado, estava uma grande foto de Goerge sobre um cavalete. "Não estou muito animada para festejar", disse a noiva, após a cerimônia. "Vamos tomar um chá e vou agradecer àqueles que me apoiaram."
"Jonathan é meu único amor", afirmou. Jaskiewicz agora passa a considerada oficialmente como viúva.



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domingo, 15 de novembro de 2009

A evolução do celular










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sábado, 14 de novembro de 2009

Uma cadeira exclusiva para revistas





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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Alex Prager















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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

20's Make up




Malas que viram sofá







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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Conto de terror para ler no banheiro

O autor Koji Suzuki de "O Chamado", vai lançar seu próximo conto de terror escrito em rolos de papel higiênico. O conto com nome de Drop, será sobre um espírito maligno que mora nos vasos sanitários.

O conto será escrito várias vezes em um mesmo rolo (ele ocupa apenas 90 cm do papel). Cada rolo custará cerca de 2 dólares.








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Beije seu Beatle favorito

Eu fico com o Jorge!! E você?





Enviado por email pelo amigo Sidney

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Telefones transformados em ovelhas

Jean-luc Cornec usou telefones fixos antigos para criar as obras de arte abaixo. Cada uma delas é feita de telefones e fios. As ovelhas encontram-se no Museu de Comunicações em Frankfurt.












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sábado, 7 de novembro de 2009


Caixa de sapato

Caixa de sapato by Aya Masuda





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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Valentin Apartament

Por Emmanuel Combarel Dominique Marrec



























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Fofura do dia!!!


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O saquinho de chá mais caro do mundo

O saquinho de chá abaixo, foi criado por um joalheiro britânico em 2005 em comemoração aos 75 anos da marca PG Tips, e foi leiloado recentemente por mais de 7.000 libras com o propósito de arrecadar dinheiro para um hospital de caridade na Inglaterra.

O mimo foi considerado o saquinho de chá mais caro do mundo devido as 280 pedrinhas de diamante que o adornam.






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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Produtos caros estimulam atividade cerebral

Seu cérebro sabe reconhecer um objeto valioso – mesmo que você não registre conscientemente os valores. Pelo menos é o que mostra um estudo americano recente, publicado no periódico científico Neuron. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores escanearam repetidamente o cérebro de voluntários enquanto eles escolhiam entre dois produtos – e ganhavam dinheiro quando optavam pelo correto. Assim, alguns objetos eram associados a valores mais altos. Com a progressão do experimento, os cientistas notaram que áreas visuais do cérebro respondiam mais fortemente à opção que pagava mais. A atividade cerebral indicava o alvo lucrativo de maneira mais precisa que a avaliação racional feita pelos voluntários. Segundo os autores do estudo, esses resultados sugerem que nossa atenção é atraída para objetos valiosos e podemos “vê-las melhor” do que sem valor.

As pesquisas em neuroeconomia têm se constituído nos últimos anos como uma importante linha de estudo. Para melhor compreender como as pessoas (e seus cérebros) reagem em situações em que é preciso tomar decisões que envolvem dinheiro, foi desenvolvido o modelo fictício do Homo economicus, usado para descrever o administrador eficiente, voltado para o lucro, que não se deixa contaminar pela emoção ou distorções na hora de tomar decisões financeiras. Psicólogos suspeitam, porém, que essa figura tenha bem pouco a ver com as pessoas comuns. Na vida real, o comportamento não costuma ser racional. Dinheiro nem sempre é igual a dinheiro: tendemos a gastar duas vezes mais quando usamos cartões de crédito do que quando pagamos nossas contas cédulas e moedas.

Os pesquisadores já descobriram muitas informações curiosas acerca da relação de homens e mulheres com o dinheiro. Confiar nas pessoas com quem fazemos negócios provoca intensas reações cerebrais. Nos que acreditam em seus parceiros, o córtex pré-cingular, uma área que analisa o próprio comportamento e as ações presumíveis do outro, mostra-se mais ativo. O sistema límbico também apresenta atividade aumentada no septo, onde é controlada a liberação dos hormônios vasopressina e oxitocina, que regula o comportamento social.

Outra coisa: tendemos a considerar aquilo que já possuímos mais valioso do que o que temos de comprar. Isso vale também para os bens públicos, como descobriram os economistas David Brookshire e Don Coursey. Eles disseram aos locatários de um bairro que o projeto de cultivo de sua região previa 200 novas árvores. Quanto cada morador doaria para que as mudas fossem plantadas? E quanto exigiram como ressarcimento se, em vez de 200, apenas 175 árvores fossem adquiridas? Resultado: quem imaginou que as 25 árvores já eram de sua propriedade considerou-as 10 vezes mais valiosas.




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