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terça-feira, 5 de abril de 2011

Fashion Show with Google

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A busca pela solução mais rápida



O mistério pela busca do menor número necessário de movimentos para resolver o Cubo Mágico ou Cubo de Rubik, em qualquer uma de suas bilhões de configurações, foi resolvido em agosto deste ano. Durante os últimos 15 anos, a solução parecia estar em um mínimo de 18 movimentos, porém não havia certeza quanto ao número certo. Agora, os investigadores da Universidad de Kent anunciaram o número “final”, graças a ajuda de Google.

A equipe de pesquisadores responsável pelo estudo, afirma que qualquer posição pode ser resolvida em exatos vinte movimentos ou menos.

A pesquisa sugere que 20 é o “número mágico” pois, em mais de 100 milhões de posições iniciais (de 43 bilhões possíveis), essa quantidade de movimentos é suficiente.Como já se sabe que a maioria das combinações podem ser solucionadas entre 15 e 19 movimentos, 20 é o número procurado há mais de trinta anos, acreditam os pesquisadores.

O Cubo de Rubik foi inventado em 1974 pelo húngaro Erno Rubik. Originalmente foi chamado o "cubo Mágico" pelo seu inventor, mas o nome foi alterado pela Ideal Toys para "cubo de Rubik". Neste mesmo ano, ganhou o prémio alemão do "Jogo do Ano".

O jogo é considerado um dos brinquedos mais populares do mundo, atingindo um total de 900 milhões de unidades vendidas, bem como suas diferentes imitações.



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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Odiadores de touchscreens



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domingo, 29 de agosto de 2010

Caos no trânsito? A China tem a solução!

Cada ano que passa, o número de chineses cresce desenfreadamente. Consequentemente cresce a quantidade de carros circulando pelas ruas do país. De olho no colapso do transporte na China, projetistas, designers e empresas têm apresentado várias ideias para tentar amenizar o que já é caótico e impedir que as estradas chinesas parem de vez.

Um dos projetos mais curiosos surgiu recentemente, é o Straddling Bus, um ônibus que funciona a eletrecidade, comporta 300 pessoas e mede 5 metros de altura, o que possibilita os carros de passeio passarem por baixo dele.

De acordo com o presidente da Shenzhen Hashi Future Parkings Equipment Company, empresa que projetou o ônibus, os cálculos apresentados apontaram uma redução de 25% a 30% nos congestionamentos nas principais vias e economia de 860 toneladas de combustível ao ano – o que significa a redução de 2,6 mil toneladas em emissões de carbono.






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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Compartilhar é crime?




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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um milhão de motivos para se aprender Neuromarketing com a Apple

No último dia 3 de maio, a Apple anunciou que vendeu mais de 1 milhão de iPads, turbinadas com o lançamento da versão 3G. O fato é que desde o dia 27 de janeiro, quando oficialmente foi lançamento o tablet, nunca se viu uma onda de críticas e pré-julgamentos na história do marketing, principalmente pela falta de recursos na sua primeira versão como ausência de uma câmera, suporte a Flash, ser pesado etc. O ponto é: "Como um produto tão criticado, obtém sucesso tão rápido?"

Para o professor de marketing, Marcelo Peruzzo, a fonte do problema pode estar ligado diretamente ao sistema de recompensa cerebral dos consumidores. Para Peruzzo "alguns consumidores não conseguem digerir a estratégia em gerenciar a expectativa dos clientes e ofertar, no momento certo, determinadas funções e características dos produtos. Quanto mais se espera por algo, maior a avidez para comprá-lo, o que é ligado à necessidade de liberação de dopamina no cérebro para obtenção do prazer pela compra. Para este nicho de consumidores insatisfeitos, principalmente com disponibilidade de qualquer um postar em redes sociais, blogs e ações de marketing viral, principalmente em vídeo, as suas críticas mais ácidas, é natural que esta onda se torne pública."

De forma paradoxal, afirma Peruzzo, "todo este movimento, apesar de inicialmente parecer um fato negativo, gera mais publicidade e conhecimento público, inclusive em países, sociedades e públicos, que através das mídias tradicionais, não teriam conhecimento do lançamento do produto de forma tão rápida."

Fabrício Pamplona, neurocientista, afirma que estamos presenciando um momento único, na união dos ecossistemas marketing e da neurociência, "onde a vasta compreensão neurocientífica do sistema de recompensa, com a participação fundamental de circuitos neurais dopaminérgicos pode ser aplicada em algo aparentemente distante como marketing, gerando o híbrido neuromarketing. Em uma forma mais ampla, podemos falar mesmo em neuroeconomia, uma área de vanguarda, na intersecção entre ambos os campos do conhecimento humano."

"Antigamente o sistema de recompensa era muito associado à dependência de drogas, e continua sendo, mas, numa estratégia inovadora, percebemos que há muita semelhança entre o que nos faz consumir algo que nos dá prazer imediato, químico, e a motivação que nos faz comprar um produto. Até aí tudo bem, é a curiosidade do ser humano e a avidez por novidades a todo vapor. Contudo, existe um ponto em que o consumo deixa de ser algo prazeroso e a compra se dá por outros motivos, relacionados à dor e à insatisfação pessoal."

Veja algumas das estratégias de neuromarketing, na visão dos dois especialistas:
1 Nunca ofereça tudo de uma vez. O cliente não perceberá valor em tudo, e abandonará seu produto.

Peruzzo afirma: "O consumidor tem menos controle sobre o que compra do que ele imagina. Quem vende, ao ajustar e gerenciar as expectativas do cliente, o mantém fiel à marca, pois o sistema de recompensa quer mais da mesma experiência, claro, em dose maior, justamente por este motivo, que algumas empresas não lançam um produto absolutamente completo e impecável, sempre deixando uma 'carta na manga', para uma nova versão."

Pamplona afirma que, neste aspecto, "O efeito do sexo, drogas e chocolates é muito similar ao que uma boa estratégia de neuromarketing suscita na cabeça das pessoas, fazendo com que o consumo dos produtos ocorra de maneira escalonar, muitas vezes descontroladamente e de maneira desproporcional em relação à utilidade daquele produto para o indivíduo. O que manda é a expectativa gerada pela novidade. Vai da oferta à iniciativa de sentir o momento correto de elevar novamente a expectativa de seus clientes lançando versões melhoradas de seu produto inovador."

2. Todo diferencial de mercado tem um efeito temporal na mente do consumidor, pois logo se torna padrão, e consequentemente sem valor. Porém, se tirar o padrão, mesmo sem valor, o cliente reclama.

Peruzzo afirma: "Este é o grande desafio do marketing atualmente: criar diferenciais competitivos sustentáveis, e a única forma efetiva de fazer isto, é lançando produtos com características inéditas, mesmo 'teoricamente' faltando algumas funções."

Pamplona afirma: "No cérebro existe uma certa capacidade máxima de liberação de dopamina nos sistemas de recompensa, e que se esgota se for hiperestimulado, gerando uma onde rebote de falta de prazer. É o que acontece com o indivíduo que usa uma quantidade imensa de droga e no outro dia se sente deprimido. Da mesma maneira, o consumidor que se sente eufórico, ao comprar um produto, pode em um curto espaço de tempo ter a sensação de culpa, achando que o investimento não foi tão válido assim. Nada errado, é tudo neurobiologia e conhecida por décadas pela neurociência. A questão é usar estratégias para conseguir elevar novamente a expectativa, gerando novas descargas de dopamina e deixando o cliente com aquele gostinho de quero mais. Uma estratégia inteligente é não entregar tudo de primeira!"

3. Os clientes não compram produtos, mas sim a expectativa de tê-los.
Peruzzo afirma: "Quantas vezes percebemos que compramos produtos, que no ato da compra, sentimos um prazer, um alívio. Mas ao tê-los, acabamos nem usando. Porém, não nos sentimentos muitas vezes frustrados, justamente por ter resolvido o problema expectativa. Roupas e equipamentos para emagrecer são os campeões desta categoria."

Pamplona afirma: "Decidimos comprar um produto muito antes de tê-lo visto, tocado e muitas vezes até de ter recursos para a compra. A expectativa organiza nosso cérebro de tal forma a criar uma necessidade imensa daquilo, com prioridade total, dominando nossos pensamentos. No entanto, quando finalmente conseguimos comprá-lo, sentimos que este produto já 'nos pertencia' de tanto que o namoramos na vitrine! O desafio e a expectativa passam a ser, comprar o próximo modelo."

Sobre Marcelo Peruzzo: Mestre em Gestão de Negócios pela UFSC, diretor executivo do IP2 Marketing e professor convidado da FGV Management nos cursos de MBA em Gestão Empresarial e Marketing.
Sobre Fabrício Pamplona: Mestre em Farmacologia pela UFSC, e doutor pela UFSC, com projetos realizados no Instituto Max Planck de Psiquiatria, em Munique.


Texto visto e copiado Daqui

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Etiquetas inteligentes

Nem todas as pessoas quando vão ao supermercado olham o prazo de validade dos alimentos antes de colocá-los no carrinho. Por este motivo uma agência de design japonesa criou uma etiqueta que informa ao consumidor se a carne está ou não com nível de alto amônia, ou seja, fora do período ideal de consumo. O segredo está na tinta especial presente na etiqueta, que colocada em contato com a amônia tem o poder de aparecer.





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terça-feira, 4 de maio de 2010

Quando o lixo eletronico vira inspiração

Elliott Burford se inspirou na própria caixa de spam para criar a uma série de desenhos desenvolvidos a partir de ofertas, quase exclusivamente sexuais, que invadem todos os dias as nossas caixas de mensagens de e-mail. Abaixo alguns destes desenhos.















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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dinheiro brilhante

O motivo da criação deste dinheiro brilhante é facilitar a nossa vida. Sabe aquelas situações em que precisamos pagar algo em ambientes pouco ou nada iluminados? Pois é, esta é função da criação dos designer Jaesik Heo, Hojoon Lim e Dahaeng Lim.
Assim não tem como trocar as notas!









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segunda-feira, 1 de março de 2010

Quando o chão se transforma em piscina

Essa é a proposta da marca Hydrofloors. Um sistema hidráulico eleva o fundo da piscina até sua superfície, permitindo que o espaço seja usado para lazer. Quando eu crescer quero ter uma!!













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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Case para laptop


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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Prato quente

Pratos que mantem a comida quente. Desenhados por Ami Drach e Dov Ganchrow.







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sábado, 21 de novembro de 2009

Quero pra mim

USB que mantém a temperatura da bebida. Ótimo para quem é viciado em café. Quero 2!


domingo, 15 de novembro de 2009

A evolução do celular










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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Menor microondas do mundo

O iWavecube é o menor microondas do mundo e ele pode ser colocado e levado para qualquer lugar. Ele possui menos de 30 centímetros de largura, altura e comprimento, então é perfeito para quem mora em locais pequenos. Custa 99 dólares.



terça-feira, 15 de setembro de 2009

Você entende o latido do seu cão?



Se a resposta é não seus problemas acabaram pois o fabricante de brinquedos Takara Tomy garante que com o Bowlingual Voice o problema de comunicação entre você e o seu cão acabará. O brinquedinho foi apresentado na Feira de Brinquedos de Tóquio. Basta coloca-lo na coleira do bichinho. Assim que ele latir, o aparelho detecta seis tipos de emoções – como tristeza, alegria, frustração e vontade de brincar.

Além de aparecer na tela, uma voz gravada também dirá a tradução. Outra coisa interessante é que o dono pode gravar mensagens de resposta para o cão, caso ele esteja fora de casa. O Bowlingual Voice começará a ser vendido em breve no Japão por cerca de 130 libras.


domingo, 23 de agosto de 2009

Descanso brilhante

A iluminação colorida já está presente nos ambientes mais modernos. Porém, os designs mais bonitos que seguem essa linha são para poucos. Um exemplo é a coleção de camas “Poesy” (poesia), desenhada pelo designer francês Philippe Boulet.

A coleção chama a atenção tanto pelo visual quanto pela tecnologia: as camas possuem controle remoto que permite a quem for dormir mudar a cor de acordo com seu humor. É possível também programar a cama para acordar com a cor que preferir. Pode-se ainda desligar a iluminação.











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terça-feira, 26 de maio de 2009

Stand up to wake up

Definitivamente esse é o único despertador que me faria acordar, ja que para parar o alarme você precisa pisar no relógio, que na verdade é um tapete.






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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Laptop Pillow





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domingo, 25 de janeiro de 2009

Os efeitos terapêuticos de manter um blog



A busca por uma vida mais saudável pode ser um dos motivos do enorme aumento do número de blogs. Estima-se que sejam cerca de 3 milhões por todo o planeta. Cientistas e escritores há anos conhecem os benefícios terapêuticos de escrever sobre experiências pessoais, pensamentos e sentimentos. Mas, além de servir como um mecanismo para aliviar o stress, expressar-se por meio da escrita traz muitos benefícios fisiológicos.

Pesquisas mostram que com a prática da escrita é possível aprimorar a memória e o sono, estimular a atividade dos leucócitos e reduzir a carga viral de pacientes com aids e até mesmo acelerar a cicatrização após uma cirurgia. Um estudo publicado na revista científica Oncologist mostra que pessoas com câncer que escreviam para relatar seus sentimentos logo depois, se sentiam muito melhor, tanto mental quanto fisicamente, em comparação a pacientes que não se deram a esse trabalho.

Pesquisadores empenham-se agora em explorar as bases neurológicas em jogo, especialmente levando em conta a explosão dos blogs. De acordo com a neurocientista Alice Flaherty, da Universidade Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, a teoria do placebo para o sofrimento pode ser aplicada a esse caso. Como criaturas sociais, recorremos a uma variedade de comportamentos relacionados à dor. A reclamação, por exemplo, funciona como um “placebo para conseguir satisfação”, afirma Flaherty. Usar o blog para “botar a boca no mundo”, expressar insatisfações e partilhar experiências estressantes pode funcionar da mesma forma.

Flaherty, que estuda casos como a hipergrafia (desejo incontrolável de escrever) e também o bloqueio criativo, analisa modelos de doenças que explicam a motivação por trás dessa forma de comunicação. Por exemplo, as pessoas em estado de mania (pólo oposto à depressão, característico do transtorno bipolar) geralmente falam demais. “Acreditamos que algo no sistema límbico do cérebro fomente a necessidade de a pessoa se comunicar”, explica Flaherty. Localizada principalmente no centro do cérebro, essa área controla motivações e impulsos relacionados a comida, sexo, desejo e iniciativa para resolução de problemas. “Sabemos que há impulsos envolvidos na criação de blogs, pois muitas pessoas agem de forma compulsiva em relação a eles. Além disso, o hábito de mantê-los atualizados pode desencadear a liberação de dopamina, os estímulos são similares aos que temos quando escutamos música, corremos ou apreciamos uma obra de arte”, diz Flaherty.



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